Que tal aproveitar o tempo livre na internet para aprender algo novo? Não, você não precisa para isso ter inspiração para encontrar temas interessantes e nem mesmo abrir o Google ou o Wikipedia. Basta acessar o blog Segundos de Sabedoria. Todos os dias ele terá uma pílula de informação, fresquinha para atualizar seus conhecimentos.
Calendário de cultura
Inspirado no formato do site Learn Something Every Day, Segundos de Sabedoria é uma espécie de pacote de “petiscos informativos”, só que em português! O blog é composto por uma série de informações curtas, para serem lidas e absorvidas de maneira rápida. Ideal para quem está dentro do ritmo da vida moderna, mas mesmo assim não abre mão de ao menos um pouquinho de cultura por dia.
Os assuntos e temas são, por sua vez, os mais diversos: desde a cultura mais útil até a mais inútil. Você sabe, por exemplo, quantas pilhas são necessárias para matar um homem eletrocutado? Qual é a única letra que não aparece na tabela periódica? Se são os homens ou as mulheres que beijam melhor? Coisas que poderá descobrir todos os dias apenas acessando Segundos de Sabedoria.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Como lidar com novas realidades
Já se tornou lugar-comum atribuir às recentes crises financeiras razões como aumento da incerteza, declínio dos sistemas de governança, falta de mecanismos de controle e aceleração do tempo, dentre outras exaustivamente tratadas por especialistas de toda sorte. Porém, se o diagnóstico parece claro, a procura por soluções é desafiadora: como dar respostas concretas a esse cenário e, ao mesmo tempo, criar um novo modelo de prosperidade para as empresas? Uma das respostas está na mudança do olhar e em criar uma abordagem de gestão capaz de lidar com essa turbulência. Recentemente, têm proliferado os argumentos em defesa do gerenciamento da complexidade como a principal saída para gerar uma nova linguagem de negócios.
Para entender como fazer isso, o primeiro passo é definir o que é complexidade. Não se trata de complicação, mas de uma “visão de mundo que aceita e procura compreender as mudanças constantes do real e não pretende negar a multiplicidade, a aleatoriedade e a incerteza, e sim conviver com elas”, afirma Humberto Mariotti no livro As Paixões do Ego: Complexidade, Política e Solidariedade. Para o autor, o pensamento complexo concilia dois tipos de raciocínio: o linear, que apresenta uma relação causal direta, e o sistêmico, aplicado no mundo empresarial apenas nos processos meramente operacionais e incapazes de lidar com o fator humano. Em síntese, o pensamento complexo alerta para a crescente interdependência entre pessoas, ambientes e recursos em um cenário em que as constantes são a incerteza, o erro e a ilusão.
Para entender como fazer isso, o primeiro passo é definir o que é complexidade. Não se trata de complicação, mas de uma “visão de mundo que aceita e procura compreender as mudanças constantes do real e não pretende negar a multiplicidade, a aleatoriedade e a incerteza, e sim conviver com elas”, afirma Humberto Mariotti no livro As Paixões do Ego: Complexidade, Política e Solidariedade. Para o autor, o pensamento complexo concilia dois tipos de raciocínio: o linear, que apresenta uma relação causal direta, e o sistêmico, aplicado no mundo empresarial apenas nos processos meramente operacionais e incapazes de lidar com o fator humano. Em síntese, o pensamento complexo alerta para a crescente interdependência entre pessoas, ambientes e recursos em um cenário em que as constantes são a incerteza, o erro e a ilusão.
Essa questão tem ocupado um espaço crescente na agenda dos CEOs. A pesquisa Capitalizing on Complexity (“Capitalizando com a complexidade”, em tradução literal), realizada pela IBM entre 2009 e 2010 com mais de 1,5 mil líderes globais, destacou que os executivos identificam quatro tendências relacionadas à complexidade e à produção de organizações mais adaptáveis e lucrativas: primeiro, o contexto tende a ficar cada vez mais complexo; segundo, a criatividade será a qualidade mais importante dos líderes; terceiro, as organizações de maior sucesso serão aquelas que cocriarem produtos e serviços com seus clientes e os integrarem aos processos-chave; por fim, serão melhores as corporações que gerenciarem a complexidade em nome também de seus clientes e parceiros, considerando todo o seu ecossistema de relações.
Empresas e executivos precisam aprender a gerir o complexo
para evoluir em um mundo cada vez mais caótico
Um movimento de inovação dessas proporções vai requerer das empresas estruturas mais flexíveis, ágeis e inspiradoras. E para fazer isso elas precisarão conciliar as hierarquias formais e as redes informais existentes em qualquer organização. O organograma unido à pulsão criativa dos grupos formados espontaneamente pode levar as empresas a um ritmo mais ágil de adaptação. No artigo The Rhythm of Change (“O ritmo da mudança”), os pesquisadores Henry Mintzberg e Quy Nguyen Huy estabeleceram três tipos de mudança organizacional: a dramática, normalmente conduzida pela alta gestão e de características radicais; a sistemática, mais lenta e ordenada; e a orgânica, que emerge de relações decorrentes à parte de qualquer estrutura formal. Os autores defendem que o processo ideal de mudança está na conciliação entre os três tipos, que devem ser combinados ao longo do tempo em um ritmo favorável à empresa.
O mesmo princípio é abordado por Jon Katzenbach e Zia Khan em Leading Outside the Lines (algo como “Liderando fora das linhas”). O livro defende o balanceamento entre formal e informal como o mais eficaz método de gestão. Enquanto existe a necessidade inquestionável de busca por resultados por meio de processos e sistemas bem definidos, não se pode prescindir dos aspectos relacionais e emocionais das organizações. Katzenbach e Khan afirmam que “empresas que sustentam alta performance ao longo do tempo aprenderam como mobilizar suas redes informais enquanto agregam estruturas formais e as colocam em sincronia”. Segundo eles, não há uma fórmula para esta combinação: ela varia de acordo com o negócio, a empresa e as circunstâncias.
Uma das chaves para a descoberta deste “modelo de gestão ideal” está na ideia de propósito. Ao terem um norte claro, as organizações unem suas estruturas formais e informais de maneira a criar uma atmosfera de mobilização que se concretize em uma performance mensurável e sustentável. E uma causa legítima e bem comunicada é capaz de criar vínculos emocionais dentro e fora das paredes das empresas e, assim, gerar um senso de união que as faça lidar melhor com a complexidade – já que é impossível ignorá-la.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Até onde você iria pela sua empresa? E pelo seu emprego?
Deu na BBC: "Funcionário mata quatro a tiros em fábrica nos EUA". E esse ataque no melhor estilo "Dia de Fúria" aconteceu logo após o empregado brigar com seu chefe direto, o supervisor da fábrica.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O futuro do trabalho
Esqueça os escritórios, os salários fixos e a aposentadoria. Em 2020, você trabalhará em casa, seu chefe terá menos de 30 anos e será uma mulher
Admita: você também não gosta de trabalhar . Passar o dia inteiro sob luzes fluorescentes, tomando café ruim, sentado em uma cadeira desconfortável e usando um computador velho certamente não faz parte do sonho de infância de ninguém. Admita. E não se sinta culpado. Nossos ancestrais - que nem conheciam as torturas de um escritório - também não eram muito chegados a essa história de trabalho .
Para gregos e romanos, colocar a mão na massa era considerada tarefa das classes inferiores e escravos. Domenico de Masi, professor de Sociologia do Trabalho na Universidade La Sapienza de Roma e autor do livro O Ócio Criativo, que defende uma abordagem mais lúdica do trabalho , apontou um ponto de convergência em todas as religiões: em nenhuma delas se trabalha no Paraíso. "Tenha o Paraíso sido criado por Deus, tenha sido inventado pelos homens, se o trabalho fosse um valor positivo, no Paraíso se trabalharia", afirma. Ou seja, alguma coisa está errada, e não é de hoje.
Felizmente, nunca houve tantas ferramentas disponíveis para mudar o modo como trabalhamos e, consequentemente, como vivemos. E as transformações estão acontecendo. A crise despedaçou companhias gigantes tidas até então como modelos de administração. Em vez de grandes conglomerados, o futuro será povoado de empresas menores reunidas em torno de projetos em comum. Os próximos anos também vão consolidar mudanças que vêm acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos. "Falamos tanto em desperdício de recursos naturais e energia, mas e quanto ao desperdício de talentos?", diz o filósofo e ensaísta suíço Alain de Botton em seu novo livro The Pleasures and Sorrows of Works (Os prazeres e as dores do trabalho, ainda inédito no Brasil).
Para começar, esqueça essa história de emprego. Em dez anos, emprego será uma palavra caminhando para o desuso. O mundo estará mais veloz, interligado e com organizações diferentes das nossas. Novas tecnologias vão ampliar ainda mais a possibilidade de trabalhar ao redor do globo, em qualquer horário. Hierarquias flexíveis irão surgir para acompanhar o poder descentralizado das redes de produção. Será a era do trabalho freelance, colaborativo e, de certa forma, inseguro. Também será o tempo de mais conforto, cuidado com a natureza e criatividade.
A globalização e os avanços tecnológicos (alguns deles já estão disponíveis hoje) vão tornar tudo isso possível. E uma nova geração que vai chegar ao comando das empresas, com uma presença feminina cada vez maior, vai colocar em xeque antigos dogmas. Para que as empresas vão pedir nossa presença física durante oito horas por dia se podem nos contatar por videoconferência a qualquer instante? Para que trabalhar com clientes ou fornecedores apenas do seu país se você pode negociar sem dificuldades com o mundo inteiro? Imagine as possibilidades e verá que o mercado de trabalho vai ser bem diferente em 2020.
Admita: você também não gosta de trabalhar . Passar o dia inteiro sob luzes fluorescentes, tomando café ruim, sentado em uma cadeira desconfortável e usando um computador velho certamente não faz parte do sonho de infância de ninguém. Admita. E não se sinta culpado. Nossos ancestrais - que nem conheciam as torturas de um escritório - também não eram muito chegados a essa história de trabalho .
Para gregos e romanos, colocar a mão na massa era considerada tarefa das classes inferiores e escravos. Domenico de Masi, professor de Sociologia do Trabalho na Universidade La Sapienza de Roma e autor do livro O Ócio Criativo, que defende uma abordagem mais lúdica do trabalho , apontou um ponto de convergência em todas as religiões: em nenhuma delas se trabalha no Paraíso. "Tenha o Paraíso sido criado por Deus, tenha sido inventado pelos homens, se o trabalho fosse um valor positivo, no Paraíso se trabalharia", afirma. Ou seja, alguma coisa está errada, e não é de hoje.
Felizmente, nunca houve tantas ferramentas disponíveis para mudar o modo como trabalhamos e, consequentemente, como vivemos. E as transformações estão acontecendo. A crise despedaçou companhias gigantes tidas até então como modelos de administração. Em vez de grandes conglomerados, o futuro será povoado de empresas menores reunidas em torno de projetos em comum. Os próximos anos também vão consolidar mudanças que vêm acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos. "Falamos tanto em desperdício de recursos naturais e energia, mas e quanto ao desperdício de talentos?", diz o filósofo e ensaísta suíço Alain de Botton em seu novo livro The Pleasures and Sorrows of Works (Os prazeres e as dores do trabalho, ainda inédito no Brasil).
Para começar, esqueça essa história de emprego. Em dez anos, emprego será uma palavra caminhando para o desuso. O mundo estará mais veloz, interligado e com organizações diferentes das nossas. Novas tecnologias vão ampliar ainda mais a possibilidade de trabalhar ao redor do globo, em qualquer horário. Hierarquias flexíveis irão surgir para acompanhar o poder descentralizado das redes de produção. Será a era do trabalho freelance, colaborativo e, de certa forma, inseguro. Também será o tempo de mais conforto, cuidado com a natureza e criatividade.
A globalização e os avanços tecnológicos (alguns deles já estão disponíveis hoje) vão tornar tudo isso possível. E uma nova geração que vai chegar ao comando das empresas, com uma presença feminina cada vez maior, vai colocar em xeque antigos dogmas. Para que as empresas vão pedir nossa presença física durante oito horas por dia se podem nos contatar por videoconferência a qualquer instante? Para que trabalhar com clientes ou fornecedores apenas do seu país se você pode negociar sem dificuldades com o mundo inteiro? Imagine as possibilidades e verá que o mercado de trabalho vai ser bem diferente em 2020.
Se meu cérebro fosse um pen drive, quanta informação caberia nele?
Muita. O problema é quantificar isso. Robert Birge, professor de bioquímica da Faculdade de Connecticut, EUA, chegou a estimar a capacidade do cérebro humano em 10 terabytes de informação, ou cerca de 3 mil longas-metragens ou 2,5 milhões de músicas. Esse tipo de comparação é descabida porque, diferentemente de um disco rígido e sua capacidade de armazenamento fixa, o cérebro humano é uma estrutura dinâmica.
"Quanto mais ele for estimulado, mais conexões vão se formar e aumentar a capacidade de armazenamento", afirma Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil.
Além dessas diferenças de, digamos, hardware, os "programas" também são diferentes. "Nosso cérebro é muito seletivo. Você pode lembrar que uma pessoa tem olhos azuis e cabelos loiros, mas a memória real raramente é colorida. Você adiciona cores na medida em que vai lembrando", diz Birge. A capacidade de armazenamento ainda depende do tipo de informação e de habilidades individuais. O pianista que decora um concerto inteiro pode esquecer o número do seu próprio celular.
Estudantes escrevem mais do que nunca

Muitos lamentam o declínio da qualidade da escrita atual, e temem que a internet esteja "emburrecendo" os escritores em todo lugar - mas o quadro não é tão pessimista assim. Um estudo feito na Universidade de Stanford, que durou seis anos, coletou e analisou 15 mil escritos de estudantes, e outro estudo nos EUA inteiro, com calouros de faculdades, mostraram que os estudantes estão escrevendo mais do que nunca, e que estão cometendo mais ou menos o mesmo número de erros por cada centena de palavras que alunos de mesma idade nos últimos 200 anos.
Aliás, o pessimismo não combina com esses novos tempos. Estamos no meio da maior revolução da literatura desde a ocorrida na Grécia Antiga. Para a geração atual de estudantes, criados e educados em uma cultura de Facebook, Twitter, saraus, fanzines e toda a internet, escrever não é mais uma atividade robusta, preto e branco: escrever hoje é multicolorido, oral e plenamente integrado com áudio e vídeo.
Estudantes acostumados a produzir conteúdo na internet e a compartilhá-lo com públicos em todo o mundo estão utilizando as ferramentas da escrita para se expressar por novos e diferentes caminhos, por onde suas vozes possam fazer diferença. Quando foi pedido aos estudantes da pesquisa de Stanford que definissem a boa escrita, eles disseram, várias vezes, que "a boa escrita é aquela que faz algo acontecer no mundo". Esse é exatamente o tipo de escrita que jovens eleitores fizeram durante a campanha presidencial americana em 2008. E é o tipo de escrita que os iranianos fizeram durante a recente eleição, usando celulares para mandar mensagens e organizar protestos quase que instantaneamente.
A escrita digital também abre espaço para um novo tipo de brincadeira com as palavras que se integra às habilidades literárias dos jovens. A escrita está mudando, permitindo mais inventividade e flexibilidade e alcançando públicos cada vez maiores. Essa é uma conclusão bem diferente do precipitado "declínio da qualidade da escrita" que preocupa tanto os críticos. A tecnologia não está arruinando a escrita; ela está mudando a forma de escrever de maneira profunda e excitante.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O que Dirige a sua Vida?
Todas as pessoas têm a sua vida dirigida por alguma coisa, uns podem estar sendo guiados por pressão ou por um prazo limitado. Outros por uma lembrança dolorosa, uma crença inconsciente. Existem centenas de circunstância que podem definir sua vida. Segundo Rick Warren, escritor do livro “Uma vida com propósitos”, existem quatro mais comuns:
Raiva: eles se apegam as mágoas, sem jamais superá-las. Em vez de aliviarem sua dor através do perdão, estão continuamente revivendo o fato em sua mente. Algumas pessoas dirigidas pela raiva “se fecham” e interiorizam sua raiva, enquanto outras “explodem sobre os outros”. A raiva sempre machuca mais a você, do que a pessoa que trouxe tal indignação. Para seu próprio bem, aprenda com o passado e então se afaste dele.
Medo: seus temores são provavelmente o resultado de experiências traumáticas, expectativas ilusórias, do crescimento em um lar extremamente severo ou mesmo de predisposição genética. Independentemente do que tenha causado tal situação, pessoas dirigidas pelo medo com freqüência perdem grandes oportunidades por uma coisa básica: o medo de correr riscos.
Materialismo: seu desejo de adquirir se torna o único objetivo na vida. É um grande mito o que as pessoas dizem: “ter mais me tornará mais feliz, mais importante e mais protegido”. Riquezas podem ser perdidas em um piscar de olhos, em virtude de uma enorme quantidade de fatores incontroláveis. A verdadeira proteção só pode ser achada naquilo que nunca poderão tomar de você.
Aprovação: eles permitem que as expectativas dos pais esposas, filhos, professores ou amigos controlem sua vida. Muitos adultos ainda tentam ganhar a aprovação de pais que nunca estão satisfeitos. Outros são dirigidos pela pressão social, sempre preocupados com o que os outros podem pensar.
Seguramente não conheço todas as chaves para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todas as pessoas.
Como criar novos hábitos…
Para criar um novo hábito leva tempo e muita paciência. Assim como um fruto que precisa de toda uma estação para crescer, nossos novos hábitos podem levar alguns meses para ficarem enraizados em nós. Os tomates são normalmente colhidos antes do amadurecimento, a fim de que não fiquem machucados durante o transporte até o supermercado. Então antes de vendidos, os tomates verdes são vaporizados com CO2, o que os torna vermelhos instantaneamente. Tomates vaporizados são comestíveis, mas não é páreo para o sabor de um tomate deixado para maturar lentamente no pé.
Então, nós precisamos saber que:
1. Temos muito a desaprender: muitas pessoas vão ao psicólogo com um problema pessoal que levou anos para se desenvolver e dizem: “Preciso que você dê um jeito em mim. Tenho uma hora”. Ingenuamente esperam uma solução rápida para uma dificuldade enraizada há anos. Como a maioria de nossos problemas e todos os nossos hábitos ruins não se desenvolvem da noite para o dia
2. Aprendemos lentamente: é comum termos de aprender uma lição quarenta ou cinqüenta vezes para realmente captá-la. O problema se repete periodicamente, e pensamos “De novo, não! Eu já aprendi isso!”, mas esquecemos muito depressa as lições aprendidas e retornamos aos velhos padrões de comportamento. Por isso, precisamos de explicações repetidas vezes.
3. Crescer é doloroso: não há crescimento sem mudanças, não existem mudanças sem medo ou perdas e não há perda sem dor. Toda mudança envolve perda de algum tipo. Você deve se livrar dos velhos hábitos para experimentar os novos. Tememos essas perdas, mesmo que nossos antigos costumes estejam fadados ao fracasso, pois como um par de sapatos usados, eram ao menos confortáveis e conhecidos
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