terça-feira, 28 de agosto de 2012

Retornando para postagem.



Oi galera
Estou retornando para o blog estava meio sumida, por problemas particulares.
Começo a postar nesta semana.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dez Dicas Rápidas para Fazer uma Boa Redação

1) Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.


2) Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”, que mostram dúvidas em seus argumentos.

3) Uma redação “brilhante” mas que fuja totalmente ao tema proposto será anulada.

4) É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.

5) A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.

6) Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.

7) O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.

8 ) O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um episódio circunstancial de escrita.

9) A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.

10) Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O perigo dos chefes egocêntricos

O que fazer se você trabalha com um chefe egocêntrico, arrogante ou com vaidade exacerbada? Como lidar com um chefe que rouba o crédito de sua ideia, reduz sua autoestima ou reprova seus projetos, negando a promoção para um novo cargo ou delegando para outros seu projeto mais sonhado?
Chefes inseguros e egocêntricos podem prejudicar os subordinados, principalmente os melhores talentos, envenenar o clima organizacional e comprometer os resultados da empresa. Em geral, executivos com esse perfil ofuscam o brilho dos profissionais mais talentosos porque, de forma maquiavélica ou mesmo inconsciente, enxergam neles uma grande ameaça a seu poder. Na vida real, as situações em que o ego e a vaidade das chefias se sobrepõem ao brilho dos melhores profissionais são muito comuns, mesmo na era em que a liderança, trabalho em equipe e retenção de talentos são palavras de ordem numa organização.
  Maturidade emocional não é requisito para alguém se tornar chefe. Não é a regra, mas, muitas vezes, pessoas mais disciplinadas, dedicadas e inteligentes, ou aquelas que souberam conquistar posições graças à habilidade de lidar com a intrincada teia política da empresa, são exatamente aquelas que menos desenvolveram equilíbrio emocional ideal. Aliás, em algumas empresas, ser egocêntrico é quase um requisito para progredir na vida profissional.
 Mas o que fazer se você trabalha com um chefe egocêntrico, arrogante ou com vaidade exacerbada? Como lidar com um chefe que rouba o crédito de sua ideia, reduz sua autoestima ou reprova seus projetos, negando a promoção para um novo cargo ou delegando para outros seu projeto mais sonhado?

No livro "Erre Mais". Primeiro, não confronte um chefe inseguro em público; isso pode ser extremamente perigoso, pois aguça ainda mais a sua insegurança. Fale sobre suas ideias reservadamente com ele antes de discuti-las em público. Também é inteligente compartilhar o mérito de suas melhores ideias com ele – aí, sim, em público –, solicitando sua opinião. Agindo assim, você estará tornando-o um aliado, e não um inimigo. Pessoas inseguras e egocêntricas costumam se sentir muito sozinhas e podem, portanto, valorizar uma atitude aliada.
  Um erro frequente é tentar conquistar esse tipo de executivo com elogios exagerados. Ele não é bobo e pode se sentir manipulado. E, muito importante, respeite a própria dignidade e não permita que ninguém o maltrate, nem em público nem a portas fechadas. Quando um chefe egocêntrico torna-se inconveniente ou desrespeitoso, fale com ele primeiro, mas, se necessário, procure outros aliados dentro da organização, até falando com o chefe do próprio chefe nas situações limite.
   Um bom ambiente, liderado por um profissional que saiba conduzir com maestria sua equipe, é fator-chave para aumentar a coesão interna, garantir a retenção dos talentos e melhores índices de produtividade. De maneira geral, manter a linha de comunicação sem ruídos é um passo importante para o entendimento e a integração da equipe.



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Os 10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas

Empresa de recrutamento ensina dicas para candidatos não cometerem gafes e erros na hora dessas avaliações


Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.


Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.


   1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.

2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.

3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.


4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.

5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.

6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.

7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.

8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.

9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.

10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.


"Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira".



Timidez e trabalho: saiba quando ser reservado é um ponto positivo

Para consultora, tímidos, geralmente, são mais observadores, o que evita colocações indevidas

   Timidez e ansiedade: nervosismo na entrevista de trabalho não é o fim muito se fala que ser uma pessoa reservada pode prejudicar o sucesso na carreira de um profissional.
  Contudo, de acordo com a consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Gisele Andriotti Tuckmantel, em muitos casos, a característica pode ser considerada um ponto positivo.
   “As pessoas mais reservadas tendem a ser mais focadas, concentradas e disciplinadas, o que é valorizado no mercado de trabalho em todas as áreas”, ressalta a consultora.

 Além disso, diz ela, as pessoas tímidas, geralmente, são mais observadoras, o que evita que elas coloquem opiniões indevidas ou se manifestem em momentos inoportunos.

Cuidados


Ainda na avaliação de Gisele, profissionais que têm dificuldades para se expor costumam trabalhar em áreas mais técnicas, como as de laboratorista. Inclusive, informa, estas pessoas tendem a ter melhores desempenhos nestas áreas.
  Por outro lado, o fato de alguém ser reservado não é empecilho para que a pessoa siga qualquer profissão, o cuidado, neste caso, é dosar a timidez.

 Ser uma pessoa tímida ou reservada não é necessariamente ruim. O prejudicial é quando esta característica influencia na interação com os outros ou quando a pessoa passa uma imagem de desmotivação ou desinteresse”.
  Por isso, observa a consultora, é importante que as pessoas se esforcem para emitir suas opiniões nos momentos oportunos e estabeleçam vínculos com os colegas de trabalho, afastando, assim, qualquer imagem negativa que possa ser gerada por causa da timidez.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Não aguento mais! Saiba como pedir para trocar de atividade (Dicas)

É muito importante saber qual é a razão para a mudança. Essa será a primeira coisa que o chefe irá perguntar, alerta consultora

  A rotina faz parte da vida profissional de muitas pessoas. Em busca de novos desafios, alguns profissionais pensam em pedir para trocar de atividade ou até mesmo de área na empresa.
   Antes de tomar esta decisão, a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Juliana Saldanha, afirma que o colaborador deve analisar quais os motivos que os incentivam a fazer esta mudança.
   “Existem duas situações. A primeira é que o profissional está desmotivado, seja com a atividade, com o gestor ou até mesmo com a empresa. Já a segunda é que a pessoa não se identifica com a área em que trabalha”, diz.
   Ocasiões diferentes
  Caso o profissional esteja desanimado com o trabalho, a especialista aconselha que a mudança não seja tão radical, como mudar de área, já que o problema pode ser resolvido com pequenos ajustes.
  Em relação à falta de identificação com a área, Juliana indica que, antes de conversar com o líder, o profissional reflita sobre a ideia e faça cursos para se especializar, como uma pós-graduação.
  “É muito importante saber qual é a razão para a mudança. Essa será a primeira coisa que o chefe irá perguntar. O profissional tem de deixar claro os motivos”.
 
Cultura da empresa
 
Após a reflexão sobre os motivos da mudança, o profissional tem de analisar a cultura da empresa, já que em algumas a possibilidade de realocação é mais fácil.
“A conversa irá depender da cultura da empresa. Algumas podem achar que a troca de atividades ou de área é ruim, pois leva um tempo para o profissional se adaptar. Tudo isso é uma grande miopia, já que a pessoa desmotivada reduz a sua produtividade”,

Como pedir

Caso a empresa possibilite este diálogo, a especialista aconselha que o profissional se mostre interessado em outras atividades ou áreas. Uma dica é sugerir que seja incluído em alguns projetos.

 Durante a conversa, é importante ressaltar que não deixará de fazer as suas atividades, mas gostaria de conhecer outras. “Isso fará que o processo de transição de área ou cargo amadureça”.

O profissional também deve considerar a situação da empresa, já que pedidos de mudança não são bem vistos em momentos de reestruturação da equipe ou da área e se a empresa estiver com funcionários a menos.

  “As pessoas querem respostas imediatas, mas elas têm de pensar na empresa. É importante lembrar que a equipe tem de ser um time. Não pode pensar só no seu lado. Mas o fundamental é que o profissional entenda realmente quais são os seus objetivos de carreira”, finaliza

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Aprenda a preparar um currículo

   Um currículo em 140 caracteresTer uma boa capacitação profissional pode não ser o suficiente na hora de buscar um emprego no mercado formal. Saber como apresentar todas informações sobre seus estudos e carreira também é fundamental.
Baixe um modelo de currículo e prepare o seu com as características preferidas pelas empresas

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Você tem um segundo para aprender algo novo todos os dias

Que tal aproveitar o tempo livre na internet para aprender algo novo? Não, você não precisa para isso ter inspiração para encontrar temas interessantes e nem mesmo abrir o Google ou o Wikipedia. Basta acessar o blog Segundos de Sabedoria. Todos os dias ele terá uma pílula de informação, fresquinha para atualizar seus conhecimentos.

Calendário de cultura
       Inspirado no formato do site Learn Something Every Day, Segundos de Sabedoria é uma espécie de pacote de “petiscos informativos”, só que em português! O blog é composto por uma série de informações curtas, para serem lidas e absorvidas de maneira rápida. Ideal para quem está dentro do ritmo da vida moderna, mas mesmo assim não abre mão de ao menos um pouquinho de cultura por dia.
   Os assuntos e temas são, por sua vez, os mais diversos: desde a cultura mais útil até a mais inútil. Você sabe, por exemplo, quantas pilhas são necessárias para matar um homem eletrocutado? Qual é a única letra que não aparece na tabela periódica? Se são os homens ou as mulheres que beijam melhor? Coisas que poderá descobrir todos os dias apenas acessando Segundos de Sabedoria.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Como lidar com novas realidades

   Já se tornou lugar-comum atribuir às recentes crises financeiras razões como aumento da incerteza, declínio dos sistemas de governança, falta de mecanismos de controle e aceleração do tempo, dentre outras exaustivamente tratadas por especialistas de toda sorte. Porém, se o diagnóstico parece claro, a procura por soluções é desafiadora: como dar respostas concretas a esse cenário e, ao mesmo tempo, criar um novo modelo de prosperidade para as empresas? Uma das respostas está na mudança do olhar e em criar uma abordagem de gestão capaz de lidar com essa turbulência. Recentemente, têm proliferado os argumentos em defesa do gerenciamento da complexidade como a principal saída para gerar uma nova linguagem de negócios.

    Para entender como fazer isso, o primeiro passo é definir o que é complexidade. Não se trata de complicação, mas de uma “visão de mundo que aceita e procura compreender as mudanças constantes do real e não pretende negar a multiplicidade, a aleatoriedade e a incerteza, e sim conviver com elas”, afirma Humberto Mariotti no livro As Paixões do Ego: Complexidade, Política e Solidariedade. Para o autor, o pensamento complexo concilia dois tipos de raciocínio: o linear, que apresenta uma relação causal direta, e o sistêmico, aplicado no mundo empresarial apenas nos processos meramente operacionais e incapazes de lidar com o fator humano. Em síntese, o pensamento complexo alerta para a crescente interdependência entre pessoas, ambientes e recursos em um cenário em que as constantes são a incerteza, o erro e a ilusão.
    Essa questão tem ocupado um espaço crescente na agenda dos CEOs. A pesquisa Capitalizing on Complexity (“Capitalizando com a complexidade”, em tradução literal), realizada pela IBM entre 2009 e 2010 com mais de 1,5 mil líderes globais, destacou que os executivos identificam quatro tendências relacionadas à complexidade e à produção de organizações mais adaptáveis e lucrativas: primeiro, o contexto tende a ficar cada vez mais complexo; segundo, a criatividade será a qualidade mais importante dos líderes; terceiro, as organizações de maior sucesso serão aquelas que cocriarem produtos e serviços com seus clientes e os integrarem aos processos-chave; por fim, serão melhores as corporações que gerenciarem a complexidade em nome também de seus clientes e parceiros, considerando todo o seu ecossistema de relações.
    Empresas e executivos precisam aprender a gerir o complexo

para evoluir em um mundo cada vez mais caótico
   Um movimento de inovação dessas proporções vai requerer das empresas estruturas mais flexíveis, ágeis e inspiradoras. E para fazer isso elas precisarão conciliar as hierarquias formais e as redes informais existentes em qualquer organização. O organograma unido à pulsão criativa dos grupos formados espontaneamente pode levar as empresas a um ritmo mais ágil de adaptação. No artigo The Rhythm of Change (“O ritmo da mudança”), os pesquisadores Henry Mintzberg e Quy Nguyen Huy estabeleceram três tipos de mudança organizacional: a dramática, normalmente conduzida pela alta gestão e de características radicais; a sistemática, mais lenta e ordenada; e a orgânica, que emerge de relações decorrentes à parte de qualquer estrutura formal. Os autores defendem que o processo ideal de mudança está na conciliação entre os três tipos, que devem ser combinados ao longo do tempo em um ritmo favorável à empresa.
    O mesmo princípio é abordado por Jon Katzenbach e Zia Khan em Leading Outside the Lines (algo como “Liderando fora das linhas”). O livro defende o balanceamento entre formal e informal como o mais eficaz método de gestão. Enquanto existe a necessidade inquestionável de busca por resultados por meio de processos e sistemas bem definidos, não se pode prescindir dos aspectos relacionais e emocionais das organizações. Katzenbach e Khan afirmam que “empresas que sustentam alta performance ao longo do tempo aprenderam como mobilizar suas redes informais enquanto agregam estruturas formais e as colocam em sincronia”. Segundo eles, não há uma fórmula para esta combinação: ela varia de acordo com o negócio, a empresa e as circunstâncias.
   Uma das chaves para a descoberta deste “modelo de gestão ideal” está na ideia de propósito. Ao terem um norte claro, as organizações unem suas estruturas formais e informais de maneira a criar uma atmosfera de mobilização que se concretize em uma performance mensurável e sustentável. E uma causa legítima e bem comunicada é capaz de criar vínculos emocionais dentro e fora das paredes das empresas e, assim, gerar um senso de união que as faça lidar melhor com a complexidade – já que é impossível ignorá-la.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

The Office

The Office é O escritório



The Office é uma das melhores surpresas da TV nos últimos anos. O seriado apresenta o mundo corporativo do jeito que é, sem se preocupar em ser politicamente correto.

Até onde você iria pela sua empresa? E pelo seu emprego?


    Deu na BBC: "Funcionário mata quatro a tiros em fábrica nos EUA". E esse ataque no melhor estilo "Dia de Fúria" aconteceu logo após o empregado brigar com seu chefe direto, o supervisor da fábrica.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O futuro do trabalho

Esqueça os escritórios, os salários fixos e a aposentadoria. Em 2020, você trabalhará em casa, seu chefe terá menos de 30 anos e será uma mulher

   Admita: você também não gosta de trabalhar . Passar o dia inteiro sob luzes fluorescentes, tomando café ruim, sentado em uma cadeira desconfortável e usando um computador velho certamente não faz parte do sonho de infância de ninguém. Admita. E não se sinta culpado. Nossos ancestrais - que nem conheciam as torturas de um escritório - também não eram muito chegados a essa história de trabalho .
   Para gregos e romanos, colocar a mão na massa era considerada tarefa das classes inferiores e escravos. Domenico de Masi, professor de Sociologia do Trabalho na Universidade La Sapienza de Roma e autor do livro O Ócio Criativo, que defende uma abordagem mais lúdica do trabalho , apontou um ponto de convergência em todas as religiões: em nenhuma delas se trabalha no Paraíso. "Tenha o Paraíso sido criado por Deus, tenha sido inventado pelos homens, se o trabalho fosse um valor positivo, no Paraíso se trabalharia", afirma. Ou seja, alguma coisa está errada, e não é de hoje.
   Felizmente, nunca houve tantas ferramentas disponíveis para mudar o modo como trabalhamos e, consequentemente, como vivemos. E as transformações estão acontecendo. A crise despedaçou companhias gigantes tidas até então como modelos de administração. Em vez de grandes conglomerados, o futuro será povoado de empresas menores reunidas em torno de projetos em comum. Os próximos anos também vão consolidar mudanças que vêm acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos. "Falamos tanto em desperdício de recursos naturais e energia, mas e quanto ao desperdício de talentos?", diz o filósofo e ensaísta suíço Alain de Botton em seu novo livro The Pleasures and Sorrows of Works (Os prazeres e as dores do trabalho, ainda inédito no Brasil).
    Para começar, esqueça essa história de emprego. Em dez anos, emprego será uma palavra caminhando para o desuso. O mundo estará mais veloz, interligado e com organizações diferentes das nossas. Novas tecnologias vão ampliar ainda mais a possibilidade de trabalhar ao redor do globo, em qualquer horário. Hierarquias flexíveis irão surgir para acompanhar o poder descentralizado das redes de produção. Será a era do trabalho freelance, colaborativo e, de certa forma, inseguro. Também será o tempo de mais conforto, cuidado com a natureza e criatividade.
    A globalização e os avanços tecnológicos (alguns deles já estão disponíveis hoje) vão tornar tudo isso possível. E uma nova geração que vai chegar ao comando das empresas, com uma presença feminina cada vez maior, vai colocar em xeque antigos dogmas. Para que as empresas vão pedir nossa presença física durante oito horas por dia se podem nos contatar por videoconferência a qualquer instante? Para que trabalhar com clientes ou fornecedores apenas do seu país se você pode negociar sem dificuldades com o mundo inteiro? Imagine as possibilidades e verá que o mercado de trabalho vai ser bem diferente em 2020.

Se meu cérebro fosse um pen drive, quanta informação caberia nele?





Muita. O problema é quantificar isso. Robert Birge, professor de bioquímica da Faculdade de Connecticut, EUA, chegou a estimar a capacidade do cérebro humano em 10 terabytes de informação, ou cerca de 3 mil longas-metragens ou 2,5 milhões de músicas. Esse tipo de comparação é descabida porque, diferentemente de um disco rígido e sua capacidade de armazenamento fixa, o cérebro humano é uma estrutura dinâmica.     
"Quanto mais ele for estimulado, mais conexões vão se formar e aumentar a capacidade de armazenamento", afirma Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil.

   Além dessas diferenças de, digamos, hardware, os "programas" também são diferentes. "Nosso cérebro é muito seletivo. Você pode lembrar que uma pessoa tem olhos azuis e cabelos loiros, mas a memória real raramente é colorida. Você adiciona cores na medida em que vai lembrando", diz Birge. A capacidade de armazenamento ainda depende do tipo de informação e de habilidades individuais. O pianista que decora um concerto inteiro pode esquecer o número do seu próprio celular.

Estudantes escrevem mais do que nunca




Muitos lamentam o declínio da qualidade da escrita atual, e temem que a internet esteja "emburrecendo" os escritores em todo lugar - mas o quadro não é tão pessimista assim. Um estudo feito na Universidade de Stanford, que durou seis anos, coletou e analisou 15 mil escritos de estudantes, e outro estudo nos EUA inteiro, com calouros de faculdades, mostraram que os estudantes estão escrevendo mais do que nunca, e que estão cometendo mais ou menos o mesmo número de erros por cada centena de palavras que alunos de mesma idade nos últimos 200 anos.
    Aliás, o pessimismo não combina com esses novos tempos. Estamos no meio da maior revolução da literatura desde a ocorrida na Grécia Antiga. Para a geração atual de estudantes, criados e educados em uma cultura de Facebook, Twitter, saraus, fanzines e toda a internet, escrever não é mais uma atividade robusta, preto e branco: escrever hoje é multicolorido, oral e plenamente integrado com áudio e vídeo.
   Estudantes acostumados a produzir conteúdo na internet e a compartilhá-lo com públicos em todo o mundo estão utilizando as ferramentas da escrita para se expressar por novos e diferentes caminhos, por onde suas vozes possam fazer diferença. Quando foi pedido aos estudantes da pesquisa de Stanford que definissem a boa escrita, eles disseram, várias vezes, que "a boa escrita é aquela que faz algo acontecer no mundo". Esse é exatamente o tipo de escrita que jovens eleitores fizeram durante a campanha presidencial americana em 2008. E é o tipo de escrita que os iranianos fizeram durante a recente eleição, usando celulares para mandar mensagens e organizar protestos quase que instantaneamente.  
   A escrita digital também abre espaço para um novo tipo de brincadeira com as palavras que se integra às habilidades literárias dos jovens. A escrita está mudando, permitindo mais inventividade e flexibilidade e alcançando públicos cada vez maiores. Essa é uma conclusão bem diferente do precipitado "declínio da qualidade da escrita" que preocupa tanto os críticos. A tecnologia não está arruinando a escrita; ela está mudando a forma de escrever de maneira profunda e excitante.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O que Dirige a sua Vida?


Todas as pessoas têm a sua vida dirigida por alguma coisa, uns podem estar sendo guiados por pressão ou por um prazo limitado. Outros por uma lembrança dolorosa, uma crença inconsciente. Existem centenas de circunstância que podem definir sua vida. Segundo Rick Warren, escritor do livro “Uma vida com propósitos”, existem quatro mais comuns:


Raiva: eles se apegam as mágoas, sem jamais superá-las. Em vez de aliviarem sua dor através do perdão, estão continuamente revivendo o fato em sua mente. Algumas pessoas dirigidas pela raiva “se fecham” e interiorizam sua raiva, enquanto outras “explodem sobre os outros”. A raiva sempre machuca mais a você, do que a pessoa que trouxe tal indignação. Para seu próprio bem, aprenda com o passado e então se afaste dele.

Medo: seus temores são provavelmente o resultado de experiências traumáticas, expectativas ilusórias, do crescimento em um lar extremamente severo ou mesmo de predisposição genética. Independentemente do que tenha causado tal situação, pessoas dirigidas pelo medo com freqüência perdem grandes oportunidades por uma coisa básica: o medo de correr riscos.

Materialismo: seu desejo de adquirir se torna o único objetivo na vida. É um grande mito o que as pessoas dizem: “ter mais me tornará mais feliz, mais importante e mais protegido”. Riquezas podem ser perdidas em um piscar de olhos, em virtude de uma enorme quantidade de fatores incontroláveis. A verdadeira proteção só pode ser achada naquilo que nunca poderão tomar de você.

Aprovação: eles permitem que as expectativas dos pais esposas, filhos, professores ou amigos controlem sua vida. Muitos adultos ainda tentam ganhar a aprovação de pais que nunca estão satisfeitos. Outros são dirigidos pela pressão social, sempre preocupados com o que os outros podem pensar.

Seguramente não conheço todas as chaves para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todas as pessoas.

Como criar novos hábitos…

Para criar um novo hábito leva tempo e muita paciência. Assim como um fruto que precisa de toda uma estação para crescer, nossos novos hábitos podem levar alguns meses para ficarem enraizados em nós. Os tomates são normalmente colhidos antes do amadurecimento, a fim de que não fiquem machucados durante o transporte até o supermercado. Então antes de vendidos, os tomates verdes são vaporizados com CO2, o que os torna vermelhos instantaneamente. Tomates vaporizados são comestíveis, mas não é páreo para o sabor de um tomate deixado para maturar lentamente no pé.

Então, nós precisamos saber que:

1. Temos muito a desaprender: muitas pessoas vão ao psicólogo com um problema pessoal que levou anos para se desenvolver e dizem: “Preciso que você dê um jeito em mim. Tenho uma hora”. Ingenuamente esperam uma solução rápida para uma dificuldade enraizada há anos. Como a maioria de nossos problemas e todos os nossos hábitos ruins não se desenvolvem da noite para o dia

2. Aprendemos lentamente: é comum termos de aprender uma lição quarenta ou cinqüenta vezes para realmente captá-la. O problema se repete periodicamente, e pensamos “De novo, não! Eu já aprendi isso!”, mas esquecemos muito depressa as lições aprendidas e retornamos aos velhos padrões de comportamento. Por isso, precisamos de explicações repetidas vezes.

3. Crescer é doloroso: não há crescimento sem mudanças, não existem mudanças sem medo ou perdas e não há perda sem dor. Toda mudança envolve perda de algum tipo. Você deve se livrar dos velhos hábitos para experimentar os novos. Tememos essas perdas, mesmo que nossos antigos costumes estejam fadados ao fracasso, pois como um par de sapatos usados, eram ao menos confortáveis e conhecidos

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Escrevendo ou falando














Você se expressa da melhor forma como?
a)Escrevendo
b)Falando
c)Ambos {Esta recai na situação, depende de cada momento, e creio que maioria vai dizer a letra c}


EU.....


Se for um pedido de desculpas, algum pensamento ou idéia interessante que tive, ou então alguma solicitação que não sei como vou fazer pra resolver, me expresso melhor escrevendo. Dou mais ênfase ao problema, colocando muitos detalhes e revisando o texto por diversas vezes, para não errar. Inclusive, costumo escrever minhas tarefas e recados urgentes, para não esquecer...
No dia-a-dia, no trabalho, em casa, com os amigos, ou seja, na informalidade, falo muito bem. Absurdamente bem, e muito também... A-d-o-r-o um bate-papo, conversar, interagir com o meu próximo.
Às vezes, tem coisas que não devia dizer ou ESCREVER, sabe... e o que foi dito não dá pra mudar mais... se eu tivesse escrito, podia apagar e corrigir, voltar atrás. Ou, se eu tivesse falado, não tinha colocado tantos detalhes inconvenientes... Vê, não é tão fácil assim decidir qual meio de comunicação utilizar...
O que vale mesmo é a intercomunicação. Demonstrar o que sente, o que pensa, o que sabe e o que precisa, sem dúvida, é o objetivo. Mas é preciso aperfeiçoar essas valiosas técnicas de comunicação, para usá-las perfeitamente, cada qual no seu momento, e nunca deixar dúvidas ou assuntos mal resolvidos apenas por não conseguir se expressar.




Ontem um professor pediu para que respondêssemos.


O que você espera sobre um bom professor?

"O verdadeiro professor é aquele capaz de transmitir conhecimentos de modo simples e interessante. À medida que a quantidade de informações foi se ampliando ficou cada vez mais difícil encontrar professores que dominassem conhecimentos de forma global. A característica dos antigos filósofos e cientistas era a capacidade de concentrar a maior parte do conhecimento disponível ao seu tempo. São exemplos: Hipócrates, Sócrates, Copernico, Galileu, Avicena, Leonardo da Vinci, Pascal, entre tantos outros.

Com a ampliação da cultura não foi mais possível aos mestres dominar o estado da arte de forma ampla e universal. Como decorrência, foram surgindo os especialistas e as especialidades no nosso tempo moderno.

Esta será a função do professor, ensinar os alunos a procurar a informação correta e estimular a pesquisa.Os professores devem ter a qualidade de interessar os seus alunos a se capacitarem cada vez mais.

CONCLUSÃO

Finalmente, deixo a vocês mais estas Reflexões:


"Com todas estas idéias "modernas" sobre Ensino, Professor, pode criar mais falsos conceitos sobre os mesmos. Assim poder-se ia pensar -:


• Professor Não é mais necessário.
• Não é mais preciso Ensinar nada aos alunos.
• Os alunos devem aprender sozinhos, naturalmente.


"ISTO É UM ABSURDO"


O que se tem tentado explicar é que o Professor Não é mais a única fonte de informações que os alunos têm a partir de agora. Mas lembrem-se -:
"Ensino, Aprendizagem e Informação - Não são sinônimos"(Asha Phillips)


O Processo Escolar, de Ensino – Aprendizagem é ainda muito dependente do Professor.
Cabe ao Professor:
• Estabelecer os OBJETIVOS EDUCACIONAIS a serem atingidos.
• Selecionar os CONTEÚDOS melhores e mais oportunos para se atingir os objetivos propostos.
• Definir e orientar toda ESTRATÉGIA DIDÁTICA das aulas.
• Motivar os seus alunos
• Ensiná-los a "aprender a aprender"
• Finalmente, um dos mais importantes papéis do Professor: a responsabilidade da AVALIAÇÃO de todo o Processo Escolar.
   O papel do Professor não diminuiu, ao contrário Aumentou.
Usando o que diz a Psicoterapeuta, Asha Phillips, "nenhuma pessoa por mais inteligente e genial que seja, tem a capacidade de Educar a si mesma e preparar-se para os desafios da vida adulta".
Podemos concluir, que o mundo pode crescer em tecnologias, mas o Professor continua sendo indispensável para ajudar neste "fascinante desafio de preparar as novas gerações".


Andréia

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ignorância

Já parou para pensar como as coisas parecem ser e não são.

Poxa, profundamente Magoada por pensar errado.

Ironia do destino, a certeza sempre estava do meu lado e hoje descobri que ela me abandonou.



Dura ignorância Minha

Off....Destino Praia meu recanto isolado.



segunda-feira, 24 de maio de 2010

Morre em São Paulo o economista Francisco Gros

Faleceu ontem no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o economista Francisco Gros, ex-presidente do Banco Central em dois momentos difíceis da economia brasileira. Era também ex-presidente do BNDES e da Petrobrás. Tinha 68 anos e, segundo a família, há um ano lutava contra um câncer. Gros formou-se em economia pela Universidade de Princeton, Estados Unidos, em 1964. Como banqueiro de investimentos, começou a carreira em 1972 no Kidder, Peabody and Co. Voltou ao Brasil em 1975 para assumir a direção da Multiplic Corretora.

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